LÁPIDE
É olha eu aqui mais uma vez, e você nem vem me ver
me deixa aqui sozinho ou melhor em seu silêncio concreto.
Bem, havera também o dia em que eu terei esse silêncio para mim,
será importante acostumar-me e passar para alguma outra pessoa
que eu devo aprender a amar, assim como eu te amei.
É bem dificil sabe, ficar aqui só falando e falando, sem obter nenhum sim ou não,
no mais o que fazer? Só imaginar as nossas conversas e brigas sempre
que descordávamos, foram poucas ou muitas vezes. Bem isso não importa!
verdade mesmo é que nos amávamos, e como era bom.
Ainda sempre visito a nossa árvore, a velha árvore
do nosso primeiro encontro, onde até hoje ela mantém sicatrizada pelo tempo,
mais ainda acessas nossas inciais. Eu fiz a primeira letra do seu nome, e você a minha.
Falavamos que isso seria o nosso élo eterno, ou, até quando aquela velha árvore durace.
Lembro-me ainda da vez em que enfrentamos um trabalhador, que tinha por ordem retirá-la.
Nos abraçamos a ela e dissemos: que isso não iria de forma alguma aconteçer, ele todo
sem jeito aceitou, e acabou entendendo que aquilo não seria certo mesmo.
É isso aé! Hoje infelizmente estás tão perto e tão longe, nossa como doe saber
que nunca mais receberei uma ligação sua, dizendo:
- Amor estás em casa? quero tanto lhe ver, estou louca de saudade e vontade de você.
Eu como sempre um grande andarilho quase nunca estava, mais dizia:
- Vai lá pegue a chave no local secreto, faça aquele nosso chá especial, e me aguarde que logo chegarei.
Nossa como era bom, assim que eu colocava os pés na minha casa e que você lá estava.
Era mesmo algo celestial, sentia-me como fosse encontrar um lago no verão, onde sua água
dizia-me: venha, beba-me.
Agora chego em casa fingindo uma ligação sua, e iludindo-me com o cheiro do seu chá,
infelizmente o lago secou, é, agora nada mais me entusiasma.
Bem eu sei que chorar não vai em nada resolver, mas pelo menos é como tentar secar o mar
com pequenos goles. Sei que não adiantará; além do sal que córtara minha garganta, como
cada vez que penso em você, apunhálo-me o coração, triste fim o nosso.
Vou aqui sobrevivendo e morrendo, um pouco todos os dias sem a sua companhia.
Tchaul !!! amanhã apareço por aqui, mais vou tentar chegar mais cedo
para ver se te encontro.
Dílson fox.
É olha eu aqui mais uma vez, e você nem vem me ver
me deixa aqui sozinho ou melhor em seu silêncio concreto.
Bem, havera também o dia em que eu terei esse silêncio para mim,
será importante acostumar-me e passar para alguma outra pessoa
que eu devo aprender a amar, assim como eu te amei.
É bem dificil sabe, ficar aqui só falando e falando, sem obter nenhum sim ou não,
no mais o que fazer? Só imaginar as nossas conversas e brigas sempre
que descordávamos, foram poucas ou muitas vezes. Bem isso não importa!
verdade mesmo é que nos amávamos, e como era bom.
Ainda sempre visito a nossa árvore, a velha árvore
do nosso primeiro encontro, onde até hoje ela mantém sicatrizada pelo tempo,
mais ainda acessas nossas inciais. Eu fiz a primeira letra do seu nome, e você a minha.
Falavamos que isso seria o nosso élo eterno, ou, até quando aquela velha árvore durace.
Lembro-me ainda da vez em que enfrentamos um trabalhador, que tinha por ordem retirá-la.
Nos abraçamos a ela e dissemos: que isso não iria de forma alguma aconteçer, ele todo
sem jeito aceitou, e acabou entendendo que aquilo não seria certo mesmo.
É isso aé! Hoje infelizmente estás tão perto e tão longe, nossa como doe saber
que nunca mais receberei uma ligação sua, dizendo:
- Amor estás em casa? quero tanto lhe ver, estou louca de saudade e vontade de você.
Eu como sempre um grande andarilho quase nunca estava, mais dizia:
- Vai lá pegue a chave no local secreto, faça aquele nosso chá especial, e me aguarde que logo chegarei.
Nossa como era bom, assim que eu colocava os pés na minha casa e que você lá estava.
Era mesmo algo celestial, sentia-me como fosse encontrar um lago no verão, onde sua água
dizia-me: venha, beba-me.
Agora chego em casa fingindo uma ligação sua, e iludindo-me com o cheiro do seu chá,
infelizmente o lago secou, é, agora nada mais me entusiasma.
Bem eu sei que chorar não vai em nada resolver, mas pelo menos é como tentar secar o mar
com pequenos goles. Sei que não adiantará; além do sal que córtara minha garganta, como
cada vez que penso em você, apunhálo-me o coração, triste fim o nosso.
Vou aqui sobrevivendo e morrendo, um pouco todos os dias sem a sua companhia.
Tchaul !!! amanhã apareço por aqui, mais vou tentar chegar mais cedo
para ver se te encontro.
Dílson fox.